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História do Serviço

 


O Serviço de Aconselhamento e Apoio Psicológico da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa iniciou o seu funcionamento em Novembro de 2000, tornando-se no primeiro serviço do género a funcionar em Portugal, no âmbito de uma estrutura de ensino superior politécnico na área das Ciências da Saúde. Desde o início que os seus objectivos visam a promoção do bem-estar psicológico e adaptação emocional da população que por ele é abrangida, tendo em particular atenção as especificidades que se colocam a essa população nos domínios pessoais, educativos e profissionais.

Utilizando modos de intervenção que contemplam diferentes recursos técnico-científicos da psicologia, nomeadamente, metodologias de cariz cognitivo-comportamental, têm sido diversas as áreas/problemáticas em que esta intervenção tem incidido. Destacam-se o desenvolvimento de competências sociais, o aconselhamento psicológico, o apoio na crise, o controlo emocional em situações causadoras de stress e a melhoria da auto-estima e motivação.

Uma outra vertente deste serviço tem sido a de divulgação de informação, relacionada com temas cujo interesse corresponde às necessidades manifestadas pela população escolar. Essa informação tem sido veiculada através de folhetos apelativos e também através da colaboração regular que este serviço tem com o jornal A Chama, órgão de comunicação interno da Escola.

Numa óptica de trabalho em rede e de procura de uma maior consistência e qualidade, o serviço pertence desde o ano de 2001 à Rede de Serviços de Aconselhamento Psicológico no Ensino Superior (RESAPES), a qual se constitui como espaço de envolvimento de todos os técnicos a trabalhar nesta área. Desde 2004 que esta rede deu lugar a uma associação de profissionais, dotada de personalidade jurídica, da qual este serviço é um dos membros fundadores.

Como reconhecimento externo das competências e experiência de intervenção possuídas, iniciou-se em Outubro de 2003 uma extensão do serviço, a funcionar na Escola Superior de Enfermagem de São Vicente de Paulo, da qual têm resultado vantagens claramente reconhecidas por todos os intervenientes, que confirmam a importância que este tipo de protocolos de colaboração e articulação externas podem representar.

 

Em termos de expectativas para o futuro, este serviço acredita que a sua experiência de intervenção, sempre crescente, e o alto nível de preparação dos seus técnicos, poderão servir as necessidades de um maior leque de população, constituindo-se como um pólo de ligação entre um serviço especializado da ESSCVP e a Comunidade.

 

[B-On] [Fundação Calouste Gulbenkian]